Pq as mulheres quando não fazem sexo nem beijam na boca ?dome  chocolates  para suprir -e  a falta ?como emagrecer  assim ...?

Mulheres quando não fazem sexo nem beijam na boca muito tempo ficam mais necessitadas de doces, guloseimas, principalmente CHOCOLATE. Isso acontece bem mais com as mulheres do que com os homens, pq as mulheres tem tanta necessidade de suprir a falta de prazer sexual comendo muito além do que o normal ? Geralmente quando elas não fazem isso ficam extressadas e deprimidas e quando fazem ficam gordas..rs rsrs  mas
 sexo: além de esquentar o romance, fazer mais sexo ajuda a emagrecer. ... Em vez de comer um Bis (chocolate), a pessoa comerá uma caixa inteira na hora certa

Dietas, restrições, horas na academia, “não” para aquela cervejinha depois do trabalho e, no final do mês, a decepção de nem sequer mover o ponteiro da balança

A gente encontra 30% de pessoas que se esforçam na dieta e malham, sem sucesso na balança”,
Um dos motivos, segundo ele, é a intolerância a alimentos que não podem ser bem digeridos pelo organismo, o que causa reações químicas, inflamações e dificulta o metabolismo. “As alergias alimentares acometem de 2% a 5% das pessoas. As intolerâncias alimentares, de 25% a 30%”,

Para quem se acha light por tomar iogurtes ao longo do dia, fica um alerta: “os lácteos são os campeões em intolerância”, disse Rocha. Ele estimou que cerca de 23% das pessoas, após os cinco anos de idade, desenvolvem alergia láctea. Por isso a dieta precisa ser elaborada de acordo com o organismo do indivíduo. “Precisa entender quais os alimentos que geram um nível de intolerância. Depois de se livrar deles, a receita comer pouco e exercícios vai funcionar”, afirmou.


O funcionamento desregulado da tireoide, problemas hormonais em geral e a síndrome do ovário policístico influenciam no emagrecimento, enumerou a nutricionista
Além disso, existem as pessoas que acabam descontando os problemas emocionais na comida”, lembrou. Um fator importante é saber que a qualidade de alimentos ingeridos pode desregular todo o organismo. Os especialistas aconselharam passar por exame de sangue e de saliva antes de iniciar qualquer tratamento para diminuir o manequim.


Alguns hábitos também podem sabotar a perda de peso. De acordo com a nutricionista Yole Brasil da Luz, a não ingestão de água – pelo menos seis copos diários -, dormir pouco, comer rápido e fazer poucas refeições por dia estão na lista dos inimigos do emagrecimento. Outro costume que deve ser incorporado à rotina é a mastigação completa dos alimentos
   Veja a seguir hábitos que atrapalham o emagrecimento
Intolerância alimentar: mesmo com uma dieta bem saudável, acompanhada por um profissional, cerca de 30% das pessoas têm dificuldade de emagrecer, disse o endocrinologista Tércio Rocha. Segundo ele, uma das razões mais comuns é pela intolerância alimentar. “O corpo não consegue digerir os alimentos, o que causa reações químicas, inflamações no organismo e dificulta o metabolismo”, explicou. As intolerâncias atingem de 25% a 30% das pessoas, e os lácteos são campeões em provocar a reação. Caso este seja o problema, mesmo aliada a exercícios físicos regulares, a dieta não surtirá efeito. “Para montar uma dieta que leve ao emagrecimento, é preciso entender quais alimentos geram níveis de intolerância. Depois de se livrar deles, a receita comer pouco e exercícios vai funcionar”, sugeriu.


Exercícios inadequados: assim como cada organismo se adapta melhor a determinados tipos de alimentos, com as atividades físicas não é diferente. “Será que o exercício que está fazendo é adequado à genética? As pessoas começam a fazer musculação e corrida, algumas secam cada vez mais, outras ficam parrudas e inchadas”, exemplificou Rocha. A análise da saliva é uma das maneiras de determinar quais as atividades ideais para cada um.


Sono de má qualidade: “quando você dorme mal, diminui o GH – hormônio de crescimento, cuja falta causa fadiga – e aumenta o cortisol – hormônio do estresse -, o que dificulta o emagrecimento”, disse Rocha. Segundo ele, quando a pessoa não dorme direito, o corpo quer compensar o estresse com alta de glicemia. É quando ocorre a ingestão de doces e alimentos gordurosos. “A cronobiologia comprova que um sono reduzido complica com todos os processos orgânicos”, acrescentou a nutricionista Jacira Santos. “Por mecanismos de compensação, as pessoas sentem-se fatigadas e passam a ingerir alimentos com muito açúcar, consomem bebidas e alimentos estimulantes como aquelas com cafeína e outros componentes, inclusive bebidas alcóolicas”, explicou ela.


Estresse: passar por momentos de altos níveis de estresse causa o aumento do cortisol e a consequente necessidade do organismo de compensar a alteração com alimentos. O pico de cortisol vem acompanhado da preguiça de malhar, explicou Rocha. O cortisol ainda induz o “acúmulo de gordura abdominal, a perda de massa magra e diminuição do gasto calórico”, lembrou a nutricionista Mariana Gonçalves. De acordo com a nutricionista Jacira Santos, a pessoa passa a ingerir alimentos com muito açúcar para manter a glicemia em alta. “Consomem bebidas e alimentos estimulantes com cafeína, doces e bebidas alcoólicas”, exemplificou.


Falta de sexo: além de esquentar o romance, fazer mais sexo ajuda a emagrecer. A relação sexual libera GH e endorfina, que geram um sentimento de satisfação no organismo. “Aquela agonia de querer comer, 60% dela vai embora depois da transa”, disse Rocha. A dica do endocrinologista é chegar em casa do trabalho, tomar banho e fazer sexo com o parceiro antes de jantar. "Acompanhei o relatório de algumas pessoas que fizeram isso e contaram que se esqueceram de jantar. O corpo e a mente já estão tão saciados que não precisa mais da sensação proporcionada pela comida. O sexo tira o foco da comida".


Infelicidade: quando a vida de uma pessoa efetivamente não dá prazer, ela comerá mais, afirmou Rocha. Falta de endorfina provoca desejo por carboidratos e alimentos ricos em gordura. “Esse mar de insatisfação leva a uma necessidade alimentar. Em vez de comer um Bis (chocolate), a pessoa comerá uma caixa inteira”, comparou o endocrinologista.


Compulsão alimentar: segundo Rocha, 70% dos obesos têm compulsão alimentar. Como exemplo, ele citou uma pessoa que vai à churrascaria, fica satisfeita no primeiro prato, mas continua a comer. “Uma pessoa que fuma não gosta de fumaça, tem compulsão por nicotina e outras substâncias. O mesmo ocorre com alguém que tem compulsão alimentar”, explicou. Atualmente, existem vários tratamentos para o problema. “Um deles é a retenção do impulso. Tratamos com um coquetel medicamentoso, baseado nas características de genótipo”, concluiu.


Carência: “quantas pessoas não andam meio carentes por aí?”, questionou Rocha. O alto percentual de insatisfação leva estas pessoas a comerem mais, sorrirem menos e terem menos disposição para praticar exercícios físicos. O mesmo vale para pessoas ansiosas. Seja por muito trabalho, preocupação com os filhos ou com a casa, a ansiedade “bloqueia” o metabolismo e provoca a necessidade de comer,
 
Depressão: “depressão não tem qualquer relação com tristeza, é baixa concentração de algo. Um jogador de vôlei de praia muito cansado, fica com depressão de potássio. O que leva uma pessoa a comer carboidratos é a baixa de serotonina”, disse o endocrinologista. Exames sanguíneos, segundo ele, podem determinar o tipo de depressão sofrido.

Falta de água: a nutricionista   sem a ingestão da quantidade adequada (seis a oito copos) de água por dia, o indivíduo não consegue emagrecer. O líquido, porém, não deve ser ingerido durante as refeições, pois aumenta o volume do estômago. “Precisa ser fracionada ao longo do dia”, determinou. “A água hidrata, tira a fome, auxilia na eliminação da celulite, no metabolismo e na função renal
 
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